Número de casos na Guiné-Bissau aumenta para 50

Número de casos na Guiné-Bissau aumenta para 50

O número de casos confirmados com covid-19 na Guiné-Bissau aumentou para 50, disse hoje aos jornalistas o porta-voz do Centro de Operações de Emergência de Saúde guineense, Tumane Baldé.
“O número de casos confirmados na Guiné-Bissau é de 50”, afirmou o médico guineense, na conferência de imprensa diária para fazer o balanço da evolução da doença no país.
Segundo Tumané Baldé, os novos quatro casos confirmados são três homens e uma mulher com idades compreendidas entre os 29 e os 51 anos.
“Três casos são de Canchunho e um caso é de Bissau”, salientou.
O setor autónomo de Bissau, que estava sem registo de novos casos há uma semana, volta assim a ter mais um caso.
Em termos de distribuição geográfica, 32 casos foram registados em Bissau, 13 em Canchungo, na região de Cacheu, e cinco na região de Biombo.
Dos 50 casos, três já foram dados como recuperados.
No âmbito do combate à pandemia, a Guiné-Bissau já prolongou o estado de emergência até 26 de abril e endureceu algumas das medidas para combate à prevenção da doença, à semelhança do que aconteceu em alguns países do mundo.
A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 145 mil mortos e infetou mais de 2,1 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 465 mil doentes foram considerados curados.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Por regiões, a Europa somava hoje 94.021 mortos (mais de um milhão de casos), Estados Unidos e Canadá 34.499 mortos (701.335 casos), a Ásia 6.751 mortos (154.943 casos), o Médio Oriente 5.357 mortos (115.745 casos), a América Latina e Caribe 4.001 mortos (85.237 casos), a África 965 mortos (18 mil casos) e a Oceânia 79 mortos (7.730 casos).
Fonte: lusa
Embaixador da China em Bissau nega tratamento discriminatório dos africanos devido à Covid-19

Embaixador da China em Bissau nega tratamento discriminatório dos africanos devido à Covid-19

O Embaixador da China em Bissau, Jin Hong Jun refuta tratamentos discriminatórios dos africanos na China e, fez saber tal atitude vai contra a política chinesa.

O diplomata explica que, os africanos em causa recusaram-se apenas submeter às orientações sanitárias que, exigem quarentena obrigatória para os suspeitos do COVID-19, medidas que mesmo os cidadãos nacionais são submetidos.

// RDP ÁFRICA

Suspeitos de infeção na Guiné-Bissau recusam-se a fazer testes

Suspeitos de infeção na Guiné-Bissau recusam-se a fazer testes

O porta-voz da autoridade sanitária da Guiné-Bissau que lida com a pandemia de covod-19, Tumane Baldé, disse hoje à Lusa que há pelo menos 42 pessoas suspeitas de estarem infetadas, mas que se recusam a serem testadas.
Tumane Baldé, porta-voz do Comité Operacional de Emergência de Saúde (COES), indicou que as pessoas que se recusam a fazer os testes vivem em Bissau e em Canchungo, a cerca de 80 quilómetros da capital guineense, dado como outro foco de infeção da doença na Guiné-Bissau.
“Pedimos os bons ofícios de entidades da sociedade civil, para falarem com essas pessoas para que possam compreender a situação”, declarou Tumane Baldé.
A Guiné-Bissau regista 46 casos de covid-19, três dos quais recuperados.
Em termos de distribuição geográfica, 31 casos foram registados em Bissau, 10 em Canchungo, na região de Cacheu, e cinco na região de Biombo.
O responsável disse que, enquanto médicos, a equipa do COES não pretende “ir para os extremos”, impondo nomeadamente outras medidas previstas no decreto do Governo que regulamenta o estado de emergência em vigor no país.
No decreto que regulamenta o prolongamento do estado de emergência no país até 26 de abril, as autoridades guineenses endureceram algumas medidas, nomeadamente considerar crime de desobediência nos termos da legislação penal aplicável a rejeição de submissão a teste de diagnóstico para covid-19.
Tumane Baldé precisou que aquelas pessoas fazem parte do grupo de guineenses que ainda continua a negar a existência da doença no país.
“As pessoas estão a dizer que não acreditam que há o novo coronavírus na Guiné-Bissau. Dizem que é tudo estratégia do Governo para arranjar dinheiro junto da comunidade internacional”, observou o médico.
O porta-voz do COES, médico obstetra, lamentou que ainda haja pessoas na Guiné-Bissau “a colocar em causa uma evidencia científica e mundial”, afirmando que enquanto profissional de saúde vai continuar a fazer o seu trabalho.
“Nós, médicos fazemos a nossa parte, quando a pessoa já está infetada, mas prevenir a infeção é da responsabilidade de toda a sociedade, sobretudo dos órgãos de comunicação social”, sublinhou Tumane Baldé.
Contactada pela Lusa, Elisa Pinto, do Movimento da Sociedade Civil (plataforma que congrega cerca de centena e meia de organizações) disse que estão disponíveis para ajudar na resolução da questão, mas aguardam que as autoridades sanitárias lhes forneçam os elementos necessários.
“Precisamos saber, por exemplo, quem são essas pessoas, onde é que moram, para irmos falar com elas, como sempre fizemos no passado. Acreditamos que com diálogo, a situação será facilmente ultrapassada, pois está em causa a saúde de todos nós”, observou Elisa Pinto.
A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 137 mil mortos e infetou mais de dois milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 450 mil doentes foram considerados curados.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa quatro mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.
Fonte: lusa
GUINÉ-BISSAU SEM NOVOS CASOS POSITIVOS NAS ÚLTIMAS 24 HORAS

GUINÉ-BISSAU SEM NOVOS CASOS POSITIVOS NAS ÚLTIMAS 24 HORAS

A  Guiné-Bissau não registou nenhum caso positivo de Covid-19 nas últimas 24 horas, mantendo assim os 46 infetados e três recuperados, anunciou esta quinta-feira, 16 de abril, o Centro Operacional de Emergência de Saúde (COES).
Embora não se tenha registado nenhum caso no país hoje, a Guiné-Bissau é dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) mais atingido pelo novo coronavírus, somente superado por Cabo-Verde, atualmente com 56 casos positivos da doença, de acordo com os dados disponíveis.
Apesar da subida drástica do número de pessoas infetadas por Covid-19 no país, três dos indivíduos com doença estão curadas e o número pode aumentar nos próximos dias, segundo a indicação de Tumane Baldé, membro da comissão interministerial.
Aos jornalistas, Baldé diz que mais de cinco pessoas podem ser declaradas pelo COES como curadas, de acordo com os resultados da equipa médica que acompanha evolução do estado de saúde das pessoas infetadas.
A capital Bissau é mais atingida do país, com 35 casos, seguido de Canchungo, região de Cacheu, com 9 casos e região de Biombo com 2 casos, segundo as informações das entidades sanitárias da Guiné-Bissau.
A pandemia da covid-19 matou pelo menos 137.500 pessoas em todo o mundo desde que surgiu em dezembro na China, segundo um balanço da AFP às 11:00, que dá conta de mais de dois milhões de infetados.
De acordo com os dados da agência de notícias francesa, a partir de dados oficiais, foram registadas 137.500 mortos e pelo menos 2.083.820 casos de infeção em 193 países.
Pelo menos 450.500 doentes foram considerados curados pelas autoridades de saúde.
Por: AC
Alemanha prolonga medidas de contenção até maio

Alemanha prolonga medidas de contenção até maio

Distanciamento continua, mas chanceler Angela Merkel anunciou os primeiros passos para aliviar as restrições contra a Covid-19, com cautela. Algumas lojas podem abrir, as escolas continuam fechadas até 3 de maio.

É provável que o número de recuperados de Covid-19 na Alemanha seja agora superior ao número de infetados, segundo informações divulgadas pelo Instituto Robert Koch (RKI) desde segunda-feira (13.04). Mas esse dado não é suficiente para que o Executivo alemão vacile no plano de combate ao novo coronavírus, em vigor desde 22 de março.

No dia em que as mortes da doença na Alemanha subiram para mais de 3.500, Angela Merkel aprovou a renovação das principais medidas de contenção, pelo menos, até 3 de maio. Apesar de ter levantado algumas restrições, a chanceler alemã disse que é preciso “prosseguir com cautela extrema” e alertou que o país atingiu um “sucesso parcial e frágil” contra o surto do novo coronavírus. Apontou, contudo, que o sistema de saúde ainda não está sobrecarregado.

A comunicação das novas medidas de contenção foi feita esta quarta-feira (15.04) após um encontro com os chefes dos 16 Estados federados onde foi discutido o último relatório elaborado pelo chamado comité corona.

Merkel aproveitou para agradecer aos cidadãos por terem alterado as suas vidas, desistindo dos contatos sociais, como forma de ajudar o próximo.

// DW