Espanha e Itália têm cada vez menos novos casos de coronavírus

Espanha e Itália têm cada vez menos novos casos de coronavírus

Espanha já ultrapassou os 200 mil casos de infetados e o Governo quer que a União Europeia crie um fundo, de mais de mil e 500 biliões de euros, para ajudar os países mais afetados pela pandemia do novo coronavírus.
Em Espanha, como em Itália, há cada vez menos novos casos de infetados e, em ambos os países, que são os mais atingidos no continente europeu, começam a ser desmantelados hospitais de campanha e áreas de cuidados intensivos que tinham sido criadas apenas para tratar doentes com Covid-19.
Fonte: SIC
Ao menos 300.000 pessoas podem morrer de Covid-19 na África

Ao menos 300.000 pessoas podem morrer de Covid-19 na África

A Comissão Económica para África das Nações Unidas apelou esta sexta-feira para que se avance com uma ajuda de 100 mil milhões de dólares para o continente africano.
É provável que a pandemia de covid-19 mate pelo menos 300 mil africanos e ameace empurrar 29 milhões para a pobreza extrema, disse esta sexta-feira a Comissão Económica das Nações Unidas para África (ECA), apelando para que se avance com uma ajuda de 100 mil milhões de dólares para o continente.
Os 54 países africanos relataram até ao momento menos de 20 mil casos confirmados da doença, uma pequena fracção dos mais de dois milhões anunciados por todo o mundo. A Organização Mundial de Saúde avisou esta quinta-feira que África pode ter até dez milhões de casos nos próximos três a seis meses.
“Para proteger e construir uma prosperidade partilhada, pelo menos 100 mil milhões de dólares são necessários de imediato para uma resposta de saúde e social”, disse a ECA.
 A ECA também está a apoiar um apelo dos ministros das Finanças africanos para que haja um estímulo económico adicional na ordem dos 100 mil milhões de dólares, o que incluiria o adiamento do pagamento das dívidas externas.
A organização internacional delineou quatro cenários com base no nível das medidas de prevenção introduzidas pelos governos africanos. Na ausência total de medidas, o seu estudo calcula que mais de 1,2 mil milhões de africanos vão ficar infectados e que 3,3 milhões vão morrer ainda este ano. O continente africano tem uma população de cerca de 1,3 mil milhões de pessoas.
No entanto, a maioria dos governos em África já ordenou medidas de distanciamento social, desde recolheres obrigatórios a orientações de viagens para alguns países em completo confinamento. Mas, no seu melhor cenário, onde os governos introduziram duras medidas de distanciamento social e há por semana 0,2 mortes por 100 mil habitantes, África terá 112,8 milhões de infectados, dos quais 2,3 milhões terão de ser hospitalizados e 300 mil morrerão.
Combater a doença será complicado por 36% dos africanos não terem acesso a instalações de lavagem doméstica e por o continente apenas ter 1,8 camas de hospital por cada mil habitantes. Em França, em comparação, há 5,98 camas por cada mil habitantes.
Há, no entanto, um factor a favor do continente: tem uma demografia jovem, uma vez que 60% da população tem menos de 25 anos, o que deverá ajudar no combate à doença. Mas, por outro lado, 56% da população urbana está concentrada em bairros de barracas e grande parte é vulnerável por ter VIH/sida, tuberculose e sofrer de malnutrição.
Além disso, África importa 94% dos fármacos que consome, diz o estudo da ECA, referindo que pelo menos outros 71 países proibiram ou limitaram as exportações de certos produtos considerados essenciais para se combater a doença.
“No melhor cenário, 44 mil milhões de dólares seriam necessários para testar, para equipamento de protecção individual e para tratar todos aqueles que requeiram hospitalização”, lê-se no relatório.
Dinheiro que o continente africano não tem por a crise também ter encolhido a sua economia na ordem dos 2,6%. “Calculamos que entre cinco milhões a 29 milhões de pessoas vão ser empurradas para a linha de pobreza extrema dos 1,90 dólares por dias, devido ao impacto da covid-19”, continua o estudo.
Só a Nigéria deverá perder entre 14 mil milhões e 19,2 mil milhões de dólares em receitas petrolíferas este ano. E os preços de outros produtos exportados por África também deverão sofrer uma queda por os confinamentos na Europa e nos Estados Unidos estarem a pôr em perigo a indústria têxtil africano e o turismo, que representa 8,5% do PIB de África.
Fonte: público
Mais três casos positivos na Praia elevam para 61 total em Cabo Verd

Mais três casos positivos na Praia elevam para 61 total em Cabo Verd

O Ministério da Saúde de Cabo Verde registou mais três casos positivos de coronavírus na cidade da Praia, elevando para 61 o número total no país, anunciaram hoje as autoridades.
Em comunicado, o Ministério da Saúde e Segurança Social de Cabo Verde indicou que os três novos casos foram identificados na sequência das medidas para identificação e seguimento de contactos de outros já registados na capital do país.
Os novos casos são um homem de 38 anos de idade e duas mulheres de 41 e 27 anos de idade, todos de nacionalidade cabo-verdiana.
Na mesma nota, as autoridades de saúde cabo-verdiana voltaram a apelar à população para o “cumprimento cabal” do estado de emergência, nomeadamente permanência em casa, evitando assim a possibilidade de propagação do vírus.
Com estes três novos casos, eleva-se o total de casos de infeção para 61 no arquipélago, desde 19 de março, altura que foi diagnosticado o primeiro.
Este é também o 9.º caso na capital de Cabo Verde, onde o Diretor Nacional de Saúde, Artur Correia, anunciou no sábado que está a enfrentar a primeira situação de transmissão comunitária de covid-19.
Os outros casos são distribuídos pelas ilhas da Boa Vista (51) e São Vicente (1). Destes, um já está recuperado e outro, o primeiro caso confirmado no arquipélago, um turista inglês de 62 anos, acabou por morrer.
O país iniciou no sábado um segundo período de estado de emergência, mantendo na generalidade as restrições de movimentos e de encerramento de empresas, bem como a obrigação geral de confinamento, em vigor desde 29 de março, mas diferenciado por ilhas.
Segundo determinação do Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, a prorrogação do estado de emergência é válida até às 24:00 de 02 de maio nas ilhas com casos de covid-19 diagnosticados e até às 24:00 do dia 26 de abril nas restantes.
A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 160 mil mortos e infetou mais de 2,3 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 502 mil doentes foram considerados curados.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Fonte: Lusa
GUINÉ-BISSAU SEM REGISTO DE NOVOS CASOS HÁ DOIS DIAS

GUINÉ-BISSAU SEM REGISTO DE NOVOS CASOS HÁ DOIS DIAS

Guiné-Bissau  não regista novos casos de infeção por covid-19 há dois dias, anunciou hoje o Centro de Operações de Emergência de Saúde do país (COES).
O país mantém, assim, os 50 casos anteriormente identificados, dos quais há a registar três pacientes recuperados e sem óbitos.
Em termos de distribuição geográfica, 32 casos foram registados em Bissau, 13 em Canchungo, na região de Cacheu, e cinco na região de Biombo.
No âmbito do combate à pandemia, a Guiné-Bissau já prolongou o estado de emergência até 26 de abril e endureceu algumas das medidas para combate à prevenção da doença, à semelhança do que aconteceu em alguns países do mundo.
África regista um total de 1.055 mortos e um aumento de infeções de 19.895 casos para 21.096 registados em 52 países, segundo a última atualização do boletim do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC).
A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 160 mil mortos e infetou mais de 2,3 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 518 mil doentes foram considerados curados.
Por: Redação
Espanha e Itália têm cada vez menos novos casos de coronavírus

CABO-VERDE E GUINÉ-BISSAU SÃO DOIS PAISES MAIS AFETADOS NOS PALOP

Cabo-Verde e Guiné-Bissau são dois Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) mais atingidos pelo novo coronavírus, de acordo com dados disponíveis.
O arquipélago de Cabo-Verde lidera em número de infeções, com 58 casos e uma morte, e a Guiné-Bissau contabiliza 50 pessoas infetadas pelo novo coronavírus e três das quais dados como recuperadas.
Em termos de distribuição geográfica na Guiné-Bissau, 32 casos foram registados em Bissau, 13 em Canchungo, na região de Cacheu, e 5 na região de Biombo.
Em relação aos restantes países dos PALOP, em Moçambique existem 39 casos declarados da doença.
Angola soma 24 casos confirmados de Covid-19 e duas mortes; e São Tomé e Príncipe, o último país africano de língua portuguesa a detetar a doença no seu território, continua sem casos registados, após uma primeira identificação de quatro casos positivos que não foram confirmados na segunda análise.
Por fim, na Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), estão confirmados 79 casos positivos de infeção, segundo o boletim diário do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC).
A pandemia de Covid-19 em África já tirou vida a 1.055 pessoas e infetou 21.096, com os recuperados a ascender aos 4974, segundo o CDC.
A última atualização sobre os dados da pandemia assinala que nas últimas 24 horas o número de mortos subiu de 1.016 para 1.055.
Por: Alison Cabral
Fonte: Lusa