GUINÉ-BISSAU ELEVA PARA 46 O NÚMERO DE CASOS POSITIVOS

GUINÉ-BISSAU ELEVA PARA 46 O NÚMERO DE CASOS POSITIVOS

A Guiné-Bissau regista mais três casos de infeções pelo novo coronavirus, elevando-se a 46 o número total das pessoas com a doença, anunciou esta quarta-feira, 15 de abril o Centro Operacional de Emergência de Saúde(COES).
De acordo com COES, foram realizadas 48 análises pelo Laboratório Nacional da Saúde Pública, entre a capital Bissau e o setor de Canchungo, região de Cacheu, resultando em 45 testes negativos e três positivos, sendo dois da cidade de Canchungo e um de Bissau.
Em conferência de imprensa para atualizar a evolução epidemológica sobre a pandemia no país, Tumane Baldé, membro da comissão interministerial que segue a evolução dos casos, revela que os pacientes diagnosticados com Covid-19 estão clinicamente estável e sem grandes preocupações.
Apesar do aumento paulatino de pessoas infetadas, a cada dia que passa na Guiné-Bissau, Baldé, médico de profissão, mostrou-se confiante que nos próximos dias um grupo de indivíduos com doença pode ser deserclarado como curado pelas entidades sanitárias.
A capital Bissau é mais atingida, com 34 casos, seguido de Canchungo com 9 casos e região de Biombo com 2 casos, segundo as informações das entidades sanitárias da Guiné-Bissau.
De referir que o autoproclamado Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló explica que decidiu prolongar o estado de emergência no país até 26 de abril, porque a “situação piorou”.
Sissoco Embaló tinha declarado estado de emergência de 27 de março a 11 de abril.
No âmbito do combate ao novo coronavírus, as autoridades guineenses declararam o estado de emergência, bem como o encerramento das fronteiras aéreas, terrestres e marítimas na Guiné-Bissau, medidas que foram acompanhadas de uma série de outras restrições à semelhança do que está a acontecer em vários países do mundo.
Uma das restrições só permite que as pessoas circulem entre 07:00 e as 11:00 locais.
Por: AC
ONU na Guiné-Bissau apoia projeto para verificar “fake news” sobre a doença

ONU na Guiné-Bissau apoia projeto para verificar “fake news” sobre a doença

As Nações Unidas na Guiné-Bissau anunciaram hoje apoio a um projeto para verificar factos e tentar impedir a disseminação de notícias falsas sobre a pandemia do novo coronavírus no país.
“Durante esta pandemia da covid-19, a rápida disseminação de notícias falsas e de desinformação pode colocar muitas vidas em risco. Muitos artigos e notícias, desde a origem do vírus até à prevenção e cura não comprovadas são publicadas nas diversas páginas sociais e em outras plataformas on-line sem evidências”, refere a ONU na Guiné-Bissau, numa mensagem na rede social Facebook.
Por causa disso, as Nações Unidas na Guiné-Bissau decidiram apoiar o “desenvolvimento de um ‘site’ de verificação de factos que ajude os cidadãos da Guiné-Bissau a estarem informados com informações credíveis”.
A plataforma pode ser consultada em www.nobaschecker.org e na rede social Facebook e tem o apoio do Fundo da ONU para o Desenvolvimento, do Escritório Integrado da ONU para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau e do Fundo de Consolidação da Paz.
“Ao criar uma ampla comunidade de verificadores de factos envolvendo jornalistas, médicos, economistas da Guiné-Bissau e de todo o mundo, a plataforma visa combater a desinformação e desmascarar notícias falsas em torno da pandemia, fornecendo factos e notícias verificadas cientificamente”, salienta a ONU.
Em declarações à Lusa no final de março, o bastonário da Ordem dos Jornalistas da Guiné-Bissau, António Nhaga, disse estar “bastante preocupado” com o que considerou o “canibalismo” das notícias falsas no país, que estavam a levar as pessoas a não acreditar na informação verdadeira que circula.
“Estou bastante preocupado, porque na Guiné-Bissau as `fake news’ intensificaram-se de tal maneira que já não se acredita na imprensa tradicional”, lamentou à Lusa António Nhaga, referindo-se às falsas notícias que circulam nas redes sociais guineenses sobre a pandemia do novo coronavírus.
A Guiné-Bissau tem confirmados 43 casos de covid-19.
No âmbito do combate ao novo coronavírus, as autoridades guineenses declararam o estado de emergência, que foi renovado no sábado até 26 de abril, bem como o encerramento das fronteiras aéreas, terrestres e marítimas na Guiné-Bissau, medidas acompanhadas de uma série de outras restrições à semelhança do que está a acontecer em vários países do mundo.
Uma das restrições só permite que as pessoas circulem entre 07:00 e as 11:00 locais (menos uma hora que em Lisboa).
O número de mortes provocadas pela covid-19 em África é de 874 com mais de 16 mil casos registados em 52 países, de acordo com a mais recente atualização dos dados da pandemia naquele continente.
A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou quase 127 mil mortos e infetou mais de dois milhões de pessoas em 193 países e territórios.
Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.
//Lusa
GUINÉ-BISSAU É O ESTADO MAIS AFETADO NOS PALOP

GUINÉ-BISSAU É O ESTADO MAIS AFETADO NOS PALOP

A Guiné-Bissau é, dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), o mais mais atingido pelo novo coronavírus, com 43 casos confirmados, de acordo com os dados disponíveis.

Apesar desta subida drástica das pessoas infectadas por Covid-19 no país, três dos indivíduos com doença estão curadas, segundo entidade sanitária guineense.

A capital Bissau é mais atingida, com 34 casos, seguido de sector de Canchungo, região de Cacheu, com 7 casos, e região de Biombo com 2 casos.

Sem caso de óbito por Covid-19, as autoridades sanitárias afirmam que existem cidadãos que refutam a existência de infectados por coronavírus no país.

De referir que a Guiné-Bissau registou os primeiros casos da doença de Covid-19 a 25 de março, num anuncio pelo autoproclamado Presidente da República, Umaro Sissoco Embalo, através da sua página no Twitter.

Em relação aos restantes países dos PALOP, em Moçambique o número de casos registados oficialmente de infeção pelo novo coronavírus subiu de 21 para 28, anunciou hoje o Ministério da Saúde.

O país não tem registo de vítimas mortais devido à pandemia.

Depois de Moçambique, segue a Angola com 19 pessoas cosos de infecção pelo novo coronavírus confirmados, sendo que os pacientes foram infetados fora do país, sendo que dois pacientes morreram e dois se recuperaram.

No arquipélago de Cabo-Verde, as autoridades sanitárias confirmaram hoje um novo caso de covid-19 na Boavista, o sétimo naquela ilha, elevando para 11 o total de casos positivos no país.

Desde 19 de março, Cabo Verde regista 11 casos de covid-19, distribuídos pelas ilhas das Boa Vista (7), Santiago (3) e São Vicente (1). Um desses casos, na Boa Vista, trata-se de um turista inglês de 62 anos, que acabou por morrer.

Em São Tomé e Príncipe, último país dos PALOP a confirmar a contaminação por Covid-19, a situação permanece estável – com quatro infeções registadas. Os pacientes continuam em isolamento e não foram realizados mais testes.

O tipo de contaminação está sendo a ser investigado pelas autoridades de saúde do país.

O número de mortes provocadas por covid-19 em África ultrapassou hoje 800 casos, com mais de 15 mil casos de infeção registados em 52 países, de acordo com a mais recente atualização dos dados da pandemia no continente

Por: AC

Fonte: lusa e DW

Guiné-Bissau sobe para 43 casos confirmados

Guiné-Bissau sobe para 43 casos confirmados

O número de pessoas infetadas pelo novo coronavírus na Guiné-Bissau subiu de 40 para 43, anunciou esta terça-feira, 14 de abril, o Centro Operacional de Emergência em Saúde (COES).

A informação foi avançada na conferência de imprensa diária de balanço da evolução da doença, Dionísio Cumba, na qual revela que foram realizadas 46 análises entre a capital Bissau e o setor do Canchungo, região de Cacheu, onde três indivíduos de Canchungo deram positivo, aumento assim para 43 o número de pessoas infetadas com a doença.

Em declaração à imprensa Cumba, membro do COES, voltou a afirmar que clinicamente os pacientes estão a apresentar um quadro estável e sem grande preocupação.

“Nenhum deles até então manifestou um quadro clínico preocupante e neste momento estamos a tentar isolar os pacientes dentro de uma estrutura, porque alguns não estão a respeitar as regras da quarentena domiciliar”, explicou Cumba.

Neste momento, há sete casos em Canchungo e 36 casos no setor autónomo de Bissau e região de Biombo.

De referir que a Guiné-Bissau registou os primeiros casos da doença de Covid-19 a 25 de março, num anuncio pelo autoproclamado Presidente da República, Umaro Sissoco Embalo, através da sua página no Twitter.

No âmbito do combate ao novo coronavírus, as autoridades guineenses declararam o estado de emergência, bem como o encerramento das fronteiras aéreas, terrestres e marítimas na Guiné-Bissau, medidas que foram acompanhadas de uma série de outras restrições à semelhança do que está a acontecer em vários países do mundo.

Uma das restrições só permite que as pessoas circulem entre 07:00 e as 11:00 locais.

Por: AC

 

Quase dois milhões já foram foram infetados em todo o mundo

Quase dois milhões já foram foram infetados em todo o mundo

Novo coronavírus provocou também cerca de 120 mil vítimas mortais. Apandemia do novo coronavírus parece não dar tréguas.

Os dados mais recentes dão conta de que o SARS-CoV-2 já infetou quase dois milhões de pessoas em todo o mundo, das quais quase 500 mil recuperaram. Segundo dados divulgados pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, 1.924.878 pessoas contraíram a Covid-19 desde o início da pandemia na China, embora o número total de infeções possa ser ainda maior.

Até ao momento, 119.766 pessoas morreram em todo o mundo e outras 458.199 recuperaram. Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Na Europa, mais de 75.000 pessoas já perderam as suas vidas devido ao novo coronavírus. A Itália é o país com mais mortes (mais de 20.000) e a Espanha é o país com mais infetados (170.099), perdendo apenas para os Estados Unidos no mundo. Os Estados Unidos são o país que regista o maior número de mortes, contabilizando 22.935 até hoje, e aquele que tem mais infetados, com 568 mil casos confirmados.

Fonte: lusa